Projeto de Carbono Corredor de Biodiversidade

Emas-Taquari

Ícone ARR

ARR (Afforestation, Reforestation and Revegetation)

O Projeto Agrupado de Carbono Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari é uma iniciativa que visa a recuperação de áreas degradadas em propriedades privadas no Cerrado brasileiro. Realizado em parceria com a Oréades, este é um projeto de Arborização, Reflorestamento e Restauração (ARR), registrado na plataforma Verra com a ID 738.

Realizado

2011-2023

+5,5 mil*

tCO2e removidos

2011-2023

+500

ha reflorestados

Realizado

Projeção

Projeção Ano 1 a 35

+670 mil*

tCO2e removidos

Projeção Ano 1 a 35

+2,5 mil*

ha reflorestados

*Projeção com base no plano de expansão.
Localizado no

Bioma Cerrado

Status

Em andamento

Oréades

ARR

Berço das Águas

Segundo maior bioma da América do Sul, o Cerrado ocupa uma área de 2 milhões de km2, cerca de 22% do território nacional. Abriga nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul, o que resulta em um elevado potencial aquífero e favorece a sua biodiversidade.
O Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana com maior diversidade biológica do mundo. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas e ribeirinhos. Apesar disso, é o bioma brasileiro que possui a menor porcentagem de áreas sobre proteção integral: 8,21% de seu território está legalmente protegido por unidades de conservação.
Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o bioma brasileiro que mais sofreu alterações com a ocupação humana. Com a crescente pressão para a abertura de novas áreas para produção de carne e grãos para exportação, tem havido um progressivo esgotamento dos recursos naturais da região nas três últimas décadas.
Recuperar e conservar a cobertura florestal do Cerrado é fundamental para a preservação da biodiversidade e manutenção de serviços ecossistêmicos, em especial o abastecimento de água e geração de energia para a maior parte da população do país.
Atualmente o projeto Emas-Taquari ocorre em propriedades privadas localizadas na divisa entre Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, nas bacias do Rio Taquari e Araguaia, um corredor de biodiversidade que liga o Parque Estadual Nascentes do Taquari ao Parque Nacional das Emas. Responsável por 10% de toda área restaurada de Cerrado, o projeto promove proteção de nascentes, da fauna e da flora nativas, além da adequação das propriedades rurais à legislação ambiental vigente.

Antes e Depois

2012 2023

Histórico do Projeto

Melhores momentos e linha do tempo

 Início do projeto, pela Oréades

brCarbon passa a ser coproponente

Projeto é atualizado para “agrupado”

Galeria Projeto de Carbono Emas-Taquari REDD+APD

Impacto

Clima

+670 mil tCO2e removidos em 35 anos de projeto*

*Quantidade de carbono removida da atmosfera com o reflorestamento, equivalente a quase 1 ano de emissões do município de Natal/RN (SEEG 2023)

*Projeção com base no plano de expansão.

Comunidade

51 famílias com acesso a água
Cerca de 50 pessoas treinadas

Biodiversidade

190 espécies monitoradas (3 grupos)

12 são ameaçadas de extinção (IUCN Red List)
524 hectares reflorestados

Contribuição para os ODS

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Projeto Agrupado

Emas-Taquari

O projeto Emas-Taquari é validado para os padrões Verified Carbon Standard - VCS e Climate, Community and Biodiversity - CCB (Biodiversity Gold Level), auditado anualmente por uma instituição independente acreditada pela Verra. É o primeiro projeto de ARR nos padrões VCS e CCB em savana do mundo.

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O projeto Emas-Taquari traz benefícios adicionais aos proprietários rurais, favorecendo a regularização ambiental das propriedades, agregando mais valor aos produtos e proporcionando mais segurança produtiva, além da geração de novas fontes de renda. Uma das estratégias é a introdução de espécies nativas do Cerrado, especialmente as mais inter-relacionadas com a fauna e/ou com usos econômicos sustentáveis, garantindo também o envolvimento e benefícios às comunidades locais. É o caso da castanha de baru, por exemplo, utilizada em grande concentração no reflorestamento de uma área de 80 ha. Seis anos depois, os proprietários começaram a produzir castanha de baru e produtos derivados, consolidando-se como uma importante fonte complementar de renda.

Veja o que alguns proprietários rurais estão dizendo

Processo

Desenvolvimento de Projetos

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